Grafiteiros pintam painel, em comemoração aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil, no túnel de ligação entre a Av. Paulista e a Av. Dr. Arnaldo, neste domingo. Vale lembrar que o túnel é o maior mural da América Latina, e tem sido palco de grandes manifestações de arte na cidade de São Paulo.
Primeiro a imagem: Agora a história: Um grupo de famílias é retirada de uma favela em meados de 2003 e abrigada em um alojamento próximo à marginal Tietê, em São Paulo, com a promessa de serem transferidas para moradias definitivas num prazo de 90 dias. Uma atitude só foi tomada pela prefeitura mais de três anos depois. Durante esses três anos, sería inevitável que o grupo de pessoas aumentasse, pois a pobreza e a solidariedade são coisas que andam incrivelmente juntas. Com a transferência das pessoas para as prometidas residências, surge o dilema: o que fazer com o grupo de pessoas que não estavam originalmente no acordo das autoridades? Legalmente, a dívida da prefeitura para com essas pessoas é nula. Moralmente, e mesmo constitucionalmente, é dever do estado garantir moradia, saúde, segurança e educação para todo e qualquer cidadão. O que aconteceu foi pura e simplesmente a derrubada das moradias em que essas pessoas vivem (ía escrever vivíam, mas até onde sei, por não ter aonde ir,...
Parece sacanagem aliar o maior mártir da luta antiimperialista ao maior símbolo de dominação cultural americana, mas a meu ver, os dois têm muito mais em comum do que aparentam. Presente nas maiores manifestações culturais, que muitas vezes tinham uma voz de protesto clamando contra o sistema, o governo, as guerras, a hipocrisia, ou propósitos menos nobres como o amor-livre e a apologia às drogas. A guitarra hoje carece de criatividade, sofre nas mãos de gente sem talento, sem noção, sem escrúpulos, bando de caça-níqueis, salafrários, cafajestes, almofadinhas, empresários de meia-tigela, pseudo-músicos meia-boca e cantores fracassados. O socialismo e os ideais de igualdade que se mostraram como o grande sonho de Ernesto Guevara é hoje uma fachada de regimes escravagistas, corruptos, opressores, antro de ditadores inescrupulosos, facínoras, populistas, demagogos políticos, charlatões, militares impotentes, líderes em franca decadência e moribundos sem visão de nação. De qualquer forma, ...
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