Acompanhe o raciocínio: O universo é enorme, imensamente, inimaginavelmente, surpreendentemente, expandidamente grande. A vida, inteligente (ou quase), só existe em uma única espécie no nosso planeta, em um único planeta do nosso pedacinho da galáxia. Ou seja, a probabilidade de existir vida inteligente pelo universo afora é muito pequena. Então concluímos que a quantidade de pessoas no universo é pequena, ínfima, minimamente, desesperadoramente pequena. Matematicamente falando, um número muito pequeno, dividido por um número muito grande, tende a 0 (zero, nada, coisa nenhuma). Partindo desse princípio pode-se dizer que a quantidade de pessoas espalhadas pelo universo é igual a 0. Ou seja, você não existe! Mas não precisa se desesperar e começar a arrancar os cabelos inexistentes da sua cabeça inteligente (ou quase). Se por um lado você não existe, é óbvio que a coleção de gente imbecil que a gente conhece também não existe... o que é uma ótima notícia. Mas se você discordar e quiser c...