Você não existe!

Acompanhe o raciocínio:
O universo é enorme, imensamente, inimaginavelmente, surpreendentemente, expandidamente grande.
A vida, inteligente (ou quase), só existe em uma única espécie no nosso planeta, em um único planeta do nosso pedacinho da galáxia. Ou seja, a probabilidade de existir vida inteligente pelo universo afora é muito pequena.
Então concluímos que a quantidade de pessoas no universo é pequena, ínfima, minimamente, desesperadoramente pequena.
Matematicamente falando, um número muito pequeno, dividido por um número muito grande, tende a 0 (zero, nada, coisa nenhuma).
Partindo desse princípio pode-se dizer que a quantidade de pessoas espalhadas pelo universo é igual a 0. Ou seja, você não existe!

Mas não precisa se desesperar e começar a arrancar os cabelos inexistentes da sua cabeça inteligente (ou quase). Se por um lado você não existe, é óbvio que a coleção de gente imbecil que a gente conhece também não existe... o que é uma ótima notícia.

Mas se você discordar e quiser continuar se iludindo com a idéia de que você é alguma coisa, tudo bem. Sinta-se em casa. Mas vai um aviso: Se o universo é infinito, ele não tem centro, então pare de achar que tudo gira em torno de você e fica quieto no seu canto.

Mapa estelar em formato de globo, utilizado em navegação. Talvéz sirva pra ajudar a achar o nosso lugarzinho no Universo
Museu Náutico da Bahia, Salvador/BA - Novembro de 2007

Comentários

Anônimo disse…
Meu Deus!!! É muita matemática prá mim!!! hahahahahahaha!!!
Mas, tem sua lógica... vou parar de pensar no assunto senão vou começar a jogar a integral e a derivada prá ver esse zero vira "1"

Postagens mais visitadas deste blog

Lei e justiça

Che Guevara e a guitarra elétrica