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Mostrando postagens com o rótulo fotografia

Olha pra cima!!

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São José dos Campos, SP - 12 de outubro de 2009

Olha pra cima!

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São Paulo, 10 de outubro de 2009
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Fachada do MAM - Museu se Arte moderna, fotografada durante a espera pelo horário das aulas do curso Luz Marginal Procura Corpo Vago, com o professor Gal Oppido. MAM, São Paulo, 10 de agosto de 2009

Último desenho

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Último exercício de perspectiva do curso de desenho da Abra. Quando fotografei ainda não estava terminado, mas é isso aí. São Paulo, 12 de outubro de 2009

Mais do mesmo.

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Fade away...

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São Paulo, SP - 22 de abril de 2009

Jogue-se sempre.

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Jogue-se mais.

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Jogue-se.

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Série de imagens feitas com o celular em mais uma noite de trânsito em São Paulo.

Mais uma do caminho.

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Nascer do sol em Hontanas, Espanha. Outubro de 2008

São Paulo de chuva e tráfego

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Algumas fotografias feitas na última sexta-feira, no caminho entre casa e estrada, num fim de tarde de muita chuva e trânsito parado. Nessas horas só a fotografia salva. Sexta-feira, 13 de março de 2009. São Paulo - SP.

Estrada aberta.

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Putz... merece até outro post. Acabei de me dar conta de que tô escrevendo aquí a cada seis meses. Inconcebível. Pra falar a verdade não ando com ânimo de movimentar muito isso tudo... Viva a preguiça. Voltei de férias completamente desorientado e parece que ainda tô com a cabeça perdida em algum lugar pelos campos de Castilla y Leon. Mas tá melhorando. Novos projetos, novas idéias, horizontes completamente diferentes se abrindo. Se aprendí alguma coisa nas férias, foi que; a) O mundo é muito grande; e b) A vida é muito curta. Ainda não tô pronto pra entender realmente as fotos que fíz nas férias, mas aí vai uma... "A pé, coração alegre, sigo em direção da estrada aberta..." Castilla, Espanha - Outubro de 2008

Tomando conta do lugar

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A foto é antiga... ainda da era FotoClube pré-digital. Mas realmente, o blog anda um tanto largado e as teias de aranha começam a aparecer. Resolução de ano novo com meses de atraso: Escrever mais (...e melhor) no blog, e tentar fotografar mais (...e melhor). Além de ordenar o acervo, organizar idéias e desengavetar projetos. Senão realmente as teias de aranha vão tomar conta do lugar. São José dos Campos - SP, 2004

Che Guevara e a guitarra elétrica

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Parece sacanagem aliar o maior mártir da luta antiimperialista ao maior símbolo de dominação cultural americana, mas a meu ver, os dois têm muito mais em comum do que aparentam. Presente nas maiores manifestações culturais, que muitas vezes tinham uma voz de protesto clamando contra o sistema, o governo, as guerras, a hipocrisia, ou propósitos menos nobres como o amor-livre e a apologia às drogas. A guitarra hoje carece de criatividade, sofre nas mãos de gente sem talento, sem noção, sem escrúpulos, bando de caça-níqueis, salafrários, cafajestes, almofadinhas, empresários de meia-tigela, pseudo-músicos meia-boca e cantores fracassados. O socialismo e os ideais de igualdade que se mostraram como o grande sonho de Ernesto Guevara é hoje uma fachada de regimes escravagistas, corruptos, opressores, antro de ditadores inescrupulosos, facínoras, populistas, demagogos políticos, charlatões, militares impotentes, líderes em franca decadência e moribundos sem visão de nação. De qualquer forma, ...

Prefiro as tempestades.

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Cessam as buzinas, cessam as palavras. A música está no vento, junto ao tamborilar de milhões de gotas d'água sobre os telhados. A luz dos relâmpagos cega as frias lâmpadas que iluminam as ruas. O som dos trovões engole o silêncio dos apartamentos de uma cidade que só para quando falta energia. São Paulo, SP - 12 de fevereiro de 2008

Nublado?

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Pra gente poder lembrar que, mesmo que o dia esteja nublado, o sol ainda esta brilhando lá em cima... Em algum ponto entre São Paulo e Salvador - 26 de novembro de 2007

Supernova

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Continuando as filosofias estelares... Assim como qualquer outra coisa no universo, as estrelas tem um ciclo de vida, elas nascem, brilham por milhões de anos queimando a si mesmas, sem se importar se há ou não vida ao redor delas, e explodem, levando junto o que houver por perto. O sol também um dia vai acabar, e a gente vai junto, de lambuja, aí eu vejo todo mundo se preocupando com o aquecimento global, com o futuro do país ou com o que vou comer no almoço. A gente se preocupa demais com uma porção de coisas mas se esquece que um dia as preocupações acabam, junto com todo o resto, um dia a gente morre... Um dia a espécie acaba... Foi assim com os dinossauros, foi assim com o que quer que existiu antes deles, não vai ser diferente com a gente. Agora preciso plagiar meu amigo Gandalf, o Cinzento... é, esse mesmo... "o que importa é fazermos o melhor com o tempo que nos é dado"... e apesar da humanidade não estar indo muito bem nessa questão, o que importa é a gente achar um ...

Você não existe!

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Acompanhe o raciocínio: O universo é enorme, imensamente, inimaginavelmente, surpreendentemente, expandidamente grande. A vida, inteligente (ou quase), só existe em uma única espécie no nosso planeta, em um único planeta do nosso pedacinho da galáxia. Ou seja, a probabilidade de existir vida inteligente pelo universo afora é muito pequena. Então concluímos que a quantidade de pessoas no universo é pequena, ínfima, minimamente, desesperadoramente pequena. Matematicamente falando, um número muito pequeno, dividido por um número muito grande, tende a 0 (zero, nada, coisa nenhuma). Partindo desse princípio pode-se dizer que a quantidade de pessoas espalhadas pelo universo é igual a 0. Ou seja, você não existe! Mas não precisa se desesperar e começar a arrancar os cabelos inexistentes da sua cabeça inteligente (ou quase). Se por um lado você não existe, é óbvio que a coleção de gente imbecil que a gente conhece também não existe... o que é uma ótima notícia. Mas se você discordar e quiser c...

Seu Armando

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Eu não tive a oportunidade de conhecer o seu Armando como gostaría mas a notícia, que chegou até mim meio sem querer, me deixou triste. Seu Armando Colacioppo era uma lenda da noite paulistana, com uma simpatia e um carisma impressionantes, vendía seus bonequinhos artesanais pelos bares da Vila Madalena. Tive a oportunidade de fotografá-lo para a capa da edição de janeiro deste ano do Guia da Vila. Um dos retratos que eu mais gostei de fazer, um dos personagens mais interessantes que conhecí através da fotografia, faleceu no dia 28 de junho. Deixando pra trás uma noite orfã e um silêncio onde antes se escutava o sorridente "Compra um!" Seu Armando foi fotografado no bar Ó do Borogodó, na V. Madalena em São Paulo, em dezembro de 2006 Vai com Deus, seu Armando, Ele vai gostar dos bonequinhos...

Saudade é um telefone que não toca

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São Paulo, 25 de agosto de 2007 - Por que há palavras no silêncio. E no silêncio mora a verdade.