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Modelo vivo

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Dona Vera é modelo. Modelo de cabeça erguida, modelo de aceitação às marcas do tempo e às intempéries da vida. Modelo de uma beleza que não vai embora com a idade, que não some por baixo dos quilos a mais. São Paulo - maio de 2009

Torneira, pra que te quero.

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Essa dispensa explicações, mas se eu conseguir desenvolver da maneira que eu tô pensando vai ficar bem divertida. Os desenhos estão ficando meio manchados, mas a culpa é do meu scanner, e da minha preguiça de ajustar on níveis e contrastes no Gimp. Vai clicando!

Mais uma tira

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Ainda seguindo o mesmo estilo da outra. Na verdade a idéia era uma só, mas como rendeu mais desenhos, acabei escrevendo outra tira. De novo, clica aí pra ver maior!

Tá quase pronto

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Após seis longos meses de enrolação e desculpas esfarrapadas, terminei a seleção das fotos do Caminho de Santiago. Uma observação que eu tenho a respeito é que quase não tem gente nas fotografias e um amigo me disse que as imagens falam sobre um caminhho solitário. Solitário é uma coisa que o caminho não é. Só se a gente quiser. E o meu não foi. Mas a idéia era mostrar detalhes, imagens que evocassem o que eu estava sentindo no momento.As fotos dos amigos del camino vão ter lugar , pois tiveram um papel importante, mas isso vai ficar pra depois do texto pronto. Provavelmente o texto vai demorar mais uns seis meses pra ficar pronto, e depois disso, só Deus sabe se vai rolar uma publicação ou não. Espero que sim. Ainda não dá pra mostrar tudo, mas a capa já tá aquí. Foto: Hontanas, Espanha - outubro de 2008 - Diagr.: São Paulo, maio de 2009

Aspecto a aspecto

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Não, eu não sei nada de quadrinhos... ainda. Mas me deu vontade de tentar, como não tenho exatamente uma história pra contar (em grande parte por que a preguiça ainda não deixou), segui um tipo de transição entre os quadros que aprendí num livro do Scott McCloud , que ele chama de "aspecto a aspecto", ou seja, transições entre um aspecto e outro de uma idéia, lugar ou estado de espírito, então saíu isso. Um tanto existencialista, talvéz, mas pra uma primeira tentativa, eu estou satisfeito. São Paulo, 04 de maio de 2009 - Clica aí pra ver maior...

Mais do mesmo.

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Fade away...

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São Paulo, SP - 22 de abril de 2009

Lápis e papel

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Jogue-se sempre.

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Jogue-se mais.

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Jogue-se.

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Série de imagens feitas com o celular em mais uma noite de trânsito em São Paulo.

Mais uma do caminho.

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Nascer do sol em Hontanas, Espanha. Outubro de 2008

São Paulo de chuva e tráfego

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Algumas fotografias feitas na última sexta-feira, no caminho entre casa e estrada, num fim de tarde de muita chuva e trânsito parado. Nessas horas só a fotografia salva. Sexta-feira, 13 de março de 2009. São Paulo - SP.

Estrada aberta.

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Putz... merece até outro post. Acabei de me dar conta de que tô escrevendo aquí a cada seis meses. Inconcebível. Pra falar a verdade não ando com ânimo de movimentar muito isso tudo... Viva a preguiça. Voltei de férias completamente desorientado e parece que ainda tô com a cabeça perdida em algum lugar pelos campos de Castilla y Leon. Mas tá melhorando. Novos projetos, novas idéias, horizontes completamente diferentes se abrindo. Se aprendí alguma coisa nas férias, foi que; a) O mundo é muito grande; e b) A vida é muito curta. Ainda não tô pronto pra entender realmente as fotos que fíz nas férias, mas aí vai uma... "A pé, coração alegre, sigo em direção da estrada aberta..." Castilla, Espanha - Outubro de 2008

Tomando conta do lugar

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A foto é antiga... ainda da era FotoClube pré-digital. Mas realmente, o blog anda um tanto largado e as teias de aranha começam a aparecer. Resolução de ano novo com meses de atraso: Escrever mais (...e melhor) no blog, e tentar fotografar mais (...e melhor). Além de ordenar o acervo, organizar idéias e desengavetar projetos. Senão realmente as teias de aranha vão tomar conta do lugar. São José dos Campos - SP, 2004

Che Guevara e a guitarra elétrica

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Parece sacanagem aliar o maior mártir da luta antiimperialista ao maior símbolo de dominação cultural americana, mas a meu ver, os dois têm muito mais em comum do que aparentam. Presente nas maiores manifestações culturais, que muitas vezes tinham uma voz de protesto clamando contra o sistema, o governo, as guerras, a hipocrisia, ou propósitos menos nobres como o amor-livre e a apologia às drogas. A guitarra hoje carece de criatividade, sofre nas mãos de gente sem talento, sem noção, sem escrúpulos, bando de caça-níqueis, salafrários, cafajestes, almofadinhas, empresários de meia-tigela, pseudo-músicos meia-boca e cantores fracassados. O socialismo e os ideais de igualdade que se mostraram como o grande sonho de Ernesto Guevara é hoje uma fachada de regimes escravagistas, corruptos, opressores, antro de ditadores inescrupulosos, facínoras, populistas, demagogos políticos, charlatões, militares impotentes, líderes em franca decadência e moribundos sem visão de nação. De qualquer forma, ...