Prefiro as tempestades.
Cessam as buzinas, cessam as palavras. A música está no vento, junto ao tamborilar de milhões de gotas d'água sobre os telhados.
A luz dos relâmpagos cega as frias lâmpadas que iluminam as ruas. O som dos trovões engole o silêncio dos apartamentos de uma cidade que só para quando falta energia.
A luz dos relâmpagos cega as frias lâmpadas que iluminam as ruas. O som dos trovões engole o silêncio dos apartamentos de uma cidade que só para quando falta energia.

Comentários
Terça-feira, após pegar uma "mini-enchente" aí na Pompéia, estava tentando captar algum raio da minha janela também, mas me faltam máquina e habilidade para tanto.
Saudade! Beijinho